A nossa alma é muito sábia, ela sabe exatamente o que precisamos trabalhar nesta vida e antes de nascermos, ela define um plano do que precisa viver, aprender, aceitar e integrar para evoluir em direção à plenitude.

E nesse plano não existem só rosas, amor e tals…

Por vezes, vivemos situações dolorosas. Escolhemos pais que nos fazem sentir rejeitados, abandonados, culpados, traídos, injustiçados e por aí vai.

Se nós sentíssemos tudo isso e aceitássemos tranquilamente  a experiência. seguiríamos fluindo e nossa alma feliz, pois teríamos aprendido o que viemos aprender.

A realidade é um pouco diferente.

Na infância, tudo o que sentimos tem uma proporção maior e infelizmente a criança não tem o discernimento e essa visão geral da dor e das experiências traumáticas e em geral a maioria de nós segue pela adolescência e vida adulta com essa dor, que é também uma ferida emocional, um trauma, uma memória vivida mas não resolvida internamente.

Então a ferida é literalmente algo que você viveu, doeu e como não tinha capacidade de resolver na hora, ficou aberta em você gerando consequências no seu jeito de viver, se comportar, sentir e ver a vida.

O ego, parte do seu ser que expressa sua individualidade no mundo, para te proteger da dor nega a ferida emocional ao invés de resolvê-la e cria máscaras que literalmente mascaram o que deveria ser sentido.

O primeiro passo para cura é a aceitação.

Aceitação do que foi vivido, dos pais como foram (os pais são nosso modelo de comportamento e atuação no mundo), suas escolhas e limitação.

Segundo passo é se perdoar e aceitar o que você sentiu.

Nem sempre a experiência te fez sentir bem, com certeza você ficou com raiva, mágoa, decepcionada em algum nível e tá tudo bem.

Aceitar seus sentimentos, mesmo os mais sombrios, faz parte da cura.

Trazendo para a consciência o tipo de ferida emocional que vem guiando tua vida até hoje é possível resolver as pendências que foram geradas, finalmente aprender a lição e integrar dentro de você o aprendizado.

Gravei uma série de Aulas no Youtube sobre o assunto, assista: